O que Corbélia compra de outros países
Importações das empresas da cidade, por produto e por país de origem, com os números oficiais do governo.
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas de Corbélia compraram US$ 9,5 milhões de outros países. É quase o mesmo valor dos 12 meses anteriores, quando foram US$ 9,93 milhões.
Dados oficiais do governo até setembro de 2026. Os meses mais recentes ainda podem ser revistos, e a fonte pode ter atraso ou erro.
Entre as 257 cidades de Paraná que importaram, Corbélia ficou em 67º lugar. No Brasil, em 692º entre 2.567.
Ver o ranking de importaçõesTodos os produtos (1)
Nos últimos 12 meses. Toque em um produto para ver de onde ele vem.
- 1Trigo e mistura de trigo com centeio45.300 toneladasUS$ 9,5 milhões100%
Todos os países (1)
Nos últimos 12 meses. Toque em um país para ver o que vem de lá.
- 1ParaguaiUS$ 9,5 milhões100%
Mês a mês
Valor comprado em cada um dos últimos 24 meses. Passe o dedo ou o mouse numa barra para ver o mês.
Ano a ano
- 2021US$ 3,78 milhões
- 2022US$ 10,9 milhões
- 2023US$ 5,39 milhões
- 2024US$ 8,22 milhões
- 2025US$ 9,02 milhões
- 2026 (até setembro)US$ 7,22 milhões
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.
Perguntas sobre as importações de Corbélia
Quanto Corbélia importa?
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas com endereço fiscal em Corbélia (PR) compraram US$ 9,5 milhões de outros países: 1 produto, de 1 país.
O que Corbélia mais importa?
Nos últimos 12 meses, os produtos mais comprados foram Trigo e mistura de trigo com centeio (100%).
De quais países Corbélia mais importa?
Nos últimos 12 meses, as principais origens foram Paraguai (100%).
Por que esse valor pode ser diferente do que a cidade consome?
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.